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30/01/2018

RESENDE É A ÚNICA CIDADE DO ESTADO ENTRE AS MAIORES GERADORAS DE EMPREGO EM 2017

Indústria, comércio e serviços foram os segmentos que mais empregaram

Créditos: Carina Rocha - PMR/Divulgação

O prefeito Diogo Balieiro Diniz disse nesta segunda-feira, dia 29, que um dos maiores desafios da administração municipal para 2018 será continuar fomentando a geração de empregos no município, como ocorreu em 2017 quando a cidade alcançou o primeiro lugar no ranking de geração de empregos formais no Estado. Além da conquista da liderança estadual, Resende também ficou em 17º lugar no cenário nacional, figurando como o único município fluminense entre os 50 primeiros colocados. Os dados foram divulgados na última sexta-feira, 26, pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), órgão vinculado ao Ministério do Trabalho e do Emprego. 

 

Para continuar no topo do ranking, segundo o prefeito Diogo Balieiro Diniz, a Prefeitura vai continuar investindo na melhoria da infraestrutura da cidade e na modernização do sistema de mobilidade urbana, além de adotar medidas que possam contribuir para a melhoria da qualidade de vida da cidade, como a revitalização dos parques e áreas de lazer. O objetivo é atrair novos investimentos para o município, além de ampliar os já existentes, aumentando, desta forma, as oportunidades de trabalho para a população.

 

- Uma cidade preparada e com uma infraestrutura adequada tem muito mais oportunidades de atrair novos investimentos. Por isso, estamos investindo em obras importantes para a mobilidade urbana, como a pavimentação da estrada Resende-Bulhões e a melhoria da nossa malha urbana. Além disso, já conseguimos aprovar o projeto para construção de uma nova ponte e para a revitalização e instrumentação do Aeroporto de Resende – medidas que vão nos colocar num outro patamar de desenvolvimento, destacou o prefeito.

 

De acordo com dados do Caged, os segmentos que mais geraram empregos em Resende em 2017, impulsionando a economia municipal, foram a indústria da transformação, como as montadoras de automóveis, o comércio, e o setor de serviços. No total, durante todo o ano, 11.992 trabalhadores foram admitidos no município, sendo que no mesmo período, 10.154 foram desligados, com saldo positivo de 1.838 empregos. Apenas para ter uma ideia da importância desses números, basta dizer que a cidade do Rio de Janeiro fechou o ano de 2017 com 55.527 empregos a menos.

 

Indústria e serviços - Além da abertura de 600 novos postos de trabalho na montadora Nissan, que iniciou no segundo semestre de 2017 a produção do utilitário esportivo Kicks, outra indústria instalada no município, a Man Latin America, também contribuiu para a geração de empregos em Resende ao voltar com o chamado “turno inteiro”, ou seja, de cinco dias por semana de trabalho, e ao contratar mais 300 trabalhadores em setembro. Já a Prefeitura de Resende investiu no apoio aos empreendedores e emitiu ao longo de 2017, 1.300 novos alvarás de funcionamento.